
Gleisi Hoffmann, a incansável presidenta do PT e braço direito do presidente Lula, consolidou sua posição como a favorita absoluta para ocupar uma das cadeiras do Senado pelo Paraná. O anúncio oficial de sua pré-candidatura, feito após deixar o governo federal, caiu como uma bomba no colo da extrema direita paranaense, que se encontra completamente fragmentada e perdida em brigas de ego.
Enquanto Gleisi apresenta um projeto sólido de reconstrução do estado alinhado às conquistas sociais do governo federal, como o aumento do salário mínimo e a isenção do Imposto de Renda, os herdeiros do bolsonarismo lutam entre si para ver quem herda as migalhas de um movimento em declínio.
Pesquisas recentes do instituto AtlasIntel confirmam o cenário de terra arrasada para a oposição. Gleisi Hoffmann aparece com uma base de votos fiel e consolidada, enquanto os nomes da direita, como o ex-procurador Deltan Dallagnol e o deputado Filipe Barros, canibalizam-se mutuamente.
O racha é tão profundo que nem mesmo a influência de Jair Bolsonaro, cada vez mais isolado politicamente, consegue unificar as diversas alas que agora disputam o mesmo eleitor radicalizado. Para a militância petista, essa divisão é a oportunidade de ouro para o Paraná voltar a ter uma voz progressista e combativa no Senado, defendendo os interesses da classe trabalhadora.
O desespero da direita é visível na quantidade de nomes que tentam se viabilizar sem qualquer coordenação. Além de Dallagnol e Barros, figuras como a jornalista Cristina Graeml e o atual prefeito de Curitiba, Paulo Martins, fragmentam ainda mais o espectro conservador.
Essa “guerra de todos contra todos” beneficia diretamente a estratégia de Lula, que busca ampliar a bancada governista para garantir a governabilidade e impedir os retrocessos tentados pela prole de Bolsonaro. Gleisi, com sua experiência e firmeza, surge como a barreira necessária contra o avanço de figuras que usaram o poder apenas para perseguir adversários políticos. Com Plantão Brasil



