
Durante a madrugada de sábado (03), forças militares dos Estados Unidos sequestraram o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, em um complexo de Caracas, capital venezuelana. A operação, que foi chamada de “Determinação Absoluta” durou apenas 47 segundos, segundo relatos oficiais do presidente Donald Trump e do general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto americano.
A intervenção mobilizou 150 aeronaves e envolveu uma complexa coordenação de navios, helicópteros e caças, incluindo o porta-aviões USS Gerald Ford e o navio anfíbio USS Iwo Jima. A ordem de ataque foi dada por Trump às 22h46, horário da Flórida, após semanas de planejamento para aproveitar uma janela climática favorável no Caribe.
Caças F/A-18, F-22 e bombardeiros B-1B abriram um corredor aéreo do Caribe até Caracas, enquanto drones e caças de guerra eletrônica EA-18G Growler suprimiam as defesas antiaéreas locais. Com a passagem liberada, helicópteros transportaram soldados da Delta Force a baixa altitude, formando rapidamente um perímetro ao redor do bunker de Maduro.
Maduro e sua esposa tentaram se proteger em um quarto seguro, mas foram rendidos rapidamente, após intenso tiroteio, sem ferimentos para os soldados americanos. Ambos foram transportados para o USS Iwo Jima e chegaram por volta das 5h29 (Horário de Brasília). Trump afirmou ter acompanhado toda a operação em tempo real e descreveu o episódio como inacreditável.

A operação teve Porto Rico como base logística principal, incluindo a antiga base de Roosevelt Roads, transformada em ponto de encontro para caças, helicópteros e aeronaves de transporte. Apesar do poder de fogo disponível, mísseis Tomahawk não foram utilizados, e os ataques foram concentrados na supressão de defesas e exfiltração do alvo.
A reação das forças venezuelanas foi limitada. Explosões atingiram sistemas de defesa em Higuerote e Caracas, incluindo o Forte Tiuna, comando central das Forças Armadas. O ministro da Defesa, Vladimir Padrino, prometeu resistência, enquanto o chanceler Yvan Gil solicitou reunião emergencial do Conselho de Segurança da ONU, denunciando violação da Carta das Nações Unidas.
A ofensiva americana provocou reação internacional e preocupação regional. O presidente colombiano, Gustavo Petro, mobilizou tropas na fronteira, e a FAA suspendeu o espaço aéreo sobre Venezuela e Curaçao. Trump declarou que os EUA assumiriam temporariamente a administração do país até a transição e indicou que os recursos petrolíferos seriam explorados sob controle americano.
Com a captura do casal presidencial, a capacidade de reação das forças venezuelanas ficou limitada, sem presença americana em solo. Soldados americanos permaneceram prontos para uma segunda onda de ataques, se necessário. A operação marca uma demonstração de força inédita na região e estabelece um novo capítulo na relação entre EUA e Venezuela, com repercussões políticas e estratégicas imediatas.



