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Iconização reversa na mídia brasileira: um levantino sionista consagrado

Análise crítica sobre a cobertura midiática do genocídio palestino

No campo midiático e na guerra cultural, a produção de sentido, narrativa e o jornalismo sobre o genocídio palestino têm sido alvo de críticas. Neste contexto, surge o conceito de “iconização reversa”, destacando um caso paradoxal na mídia brasileira: um filho da comunidade libanesa que defende Israel e desmerece a história do próprio povo no panarabismo. Trata-se de um levantino sionista consagrado, cujas inclinações falangistas na guerra civil e a aliança com a direita cristã, aliada de Israel, têm gerado controvérsias.

A reação da liderança palestina e a falta de equilíbrio na cobertura

A liderança palestina, em especial a Federação Árabe Palestina do Brasil (FEPAL), tem feito críticas contundentes à cobertura midiática brasileira. Em um pronunciamento, a FEPAL apontou a falta de espaço para a representação palestina na mídia, contrastando com a presença de líderes de igrejas com inclinações sionistas-evangélicas. Essa postura tem sido interpretada como uma campanha de demonização dos palestinos. A FEPAL denuncia a narrativa genocida midiática e acusa determinados comentaristas, como Guga Chacra, de terem as mãos manchadas de sangue do povo palestino.

A influência da mídia brasileira e o papel do Grupo Folha

A mídia brasileira exerce um papel fundamental na formação da opinião pública. O portal UOL, pertencente ao poderoso Grupo Folha, é o veículo de maior audiência da internet brasileira. Propriedade da família Frias, o UOL costuma se apresentar como porta-voz da direita ilustrada da capital paulista. A cobertura midiática desequilibrada e a falta de crítica à ocupação têm gerado críticas à mídia brasileira, que se apresenta como uma voz influente no cenário nacional.

Leia a matéria na íntegra no GGN

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