
O fascista Javier Milei publicou nas redes sociais a foto de uma criança autista para atacar um jornalista inimigo e assim agredir também o kirchnerismo.
A família entrou com ação na Justiça e perdeu. Um juiz federal determinou que Milei tem direito à liberdade de expressão, mesmo usando a foto de uma criança autista de 12 anos.
A família havia pedido que ele deletasse a postagem. O juiz decidiu que não, que Milei pode manter o que publicou, expondo a criança para atacar adultos.
Mas ele não poderia usar outra forma de atacar o jornalista e os pais da criança? Certamente poderia, mas o que ele queria é exatamente isso: atacar seus inimigos, atacando também os diferentes, mesmo que sejam crianças.
O fascismo, no Brasil e na Argentina, nos Estados Unidos e no Chile, em toda parte, odeia crianças e adultos com necessidades especiais.
Repudiable y vergonzoso: Javier Milei ahora atacó a un nene de 12 años con autismo. pic.twitter.com/80qdejixDo
— Agencia El Vigía (@AgenciaElVigia) June 1, 2025
Atacá-los é parte de uma ‘liberdade’ que também prevalece em alguns casos no Brasil. Dependendo do juiz, a liberdade absoluta de expressão é imoposta, se for a liberdade da extrema direita de atacar inimigos e de conspirar contra a democracia.
Até porque o menino é uma figura conhecida na Argentina, por suas aparições nas redes em defesa dos autistas. Chama-se Ian Moche, e seus pais têm sido ameaçados pelos mileinistas.
O que eles pediram é o que juiz percebesse a forma depreciativa com que o filho era citado por Milei. Mas o juiz não entendeu assim.
E o que prevalece nesses casos, no sistema de Justiça, não é necessariamente a ideologia, mas outra palavra que se encaixa na mesma rima: a covardia.
Veja a notícia no link abaixo:
Via livre ao presidente para insultar uma criança com autismo