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Defensora do genocídio e da censura, CONIB é inimiga da democracia, diz Altman

Entidade sionista tenta banir o jornalista judeu das redes sociais e proibir que ele conceda entrevistas

No artigo “Assim como combater o nazismo não era ódio aos alemães, lutar contra o sionismo não é antissemitismo”, o renomado jornalista Breno Altman expõe sua visão sobre a Confederação Israelita do Brasil (CONIB) e suas ações que, segundo ele, vão contra os princípios da democracia. Altman destaca a importância de distinguir a luta contra o sionismo do antissemitismo, ressaltando que criticar o sionismo não significa ter ódio ou preconceito contra os judeus.

Altman inicia o artigo mencionando o recurso frequente da CONIB às demandas judiciais para silenciar vozes críticas e restringir o direito constitucional à liberdade de expressão e opinião. Ele argumenta que a CONIB, como representante das forças sionistas em nosso território, utiliza recursos financeiros e organizacionais consideráveis para implementar uma estratégia global de lawfare, a fim de calar as críticas e denúncias sobre o massacre ao povo palestino.

O autor destaca que a CONIB vai além ao exigir sua exclusão de todas as plataformas de mídia social e proibir sua participação em “lives, vídeos e manifestações” relacionadas à questão palestina, sob ameaça de prisão preventiva. Essas demandas, enviadas como medida cautelar à 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo em 11 de janeiro, são consideradas por Altman como uma clara pressão por censura prévia, um mecanismo que foi abolido desde o fim da ditadura. Ele afirma que os representantes de Israel desejam ter o poder de controlar o discurso e calar as vozes contrárias ao sionismo.

Altman ressalta a importância de diferenciar a luta contra o sionismo do antissemitismo. Ele argumenta que assim como combater o nazismo não era uma manifestação de ódio aos alemães, lutar contra o sionismo não é um ato de antissemitismo. O autor enfatiza que é possível criticar as políticas e ações do Estado de Israel sem generalizar ou discriminar os judeus como um todo.

O jornalista destaca que o sionismo é uma ideologia política que defende a criação e manutenção de um Estado judaico na Palestina histórica. Ele ressalta que é legítimo questionar essa ideologia e suas implicações para a paz na região, assim como qualquer outra ideologia política. Altman defende que a liberdade de expressão e o debate aberto são essenciais para o avanço da democracia e a busca por soluções justas e duradouras para o conflito entre Israel e Palestina.

No encerramento do artigo, Altman reafirma sua posição de defesa da liberdade de expressão e opinião, mesmo diante das tentativas de censura e intimidação por parte da CONIB. Ele destaca a importância de manter o debate aberto e a necessidade de distinguir a luta contra o sionismo do antissemitismo. Altman finaliza o artigo chamando a atenção para a importância de uma sociedade democrática que valoriza a diversidade de opiniões e respeita o direito de expressão de todos, independentemente de suas visões políticas.

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