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Altman denuncia que o regime sionista adota práticas semelhantes ao nazismo de forma acelerada

O jornalista Breno Altman chamou a atenção para a gravidade dos crimes cometidos pelas forças de Israel na Faixa de Gaza, onde mais de 110 pessoas perderam a vida enquanto aguardavam ajuda humanitária, tornando-se vítimas dos bombardeios israelenses liderados pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

O regime sionista e suas semelhanças com o nazismo

Altman expressou sua preocupação ao afirmar que o regime sionista está adotando, de maneira acelerada, práticas que lembram o nazismo. Ele destacou que mais de cem palestinos foram fuzilados em Gaza enquanto se reuniam para buscar alimentos nos caminhões de ajuda humanitária. O número estimado é de 104 mortos e 760 feridos. O jornalista classificou esses atos como um “bárbaro crime genocida” e questionou até quando tais atrocidades serão cometidas.

O alto preço pago pela população palestina

De acordo com autoridades palestinas, pelo menos 112 pessoas foram mortas e mais de 280 ficaram feridas no incidente ocorrido próximo à Cidade de Gaza. Esse episódio trágico se soma a uma guerra que já causou mais de 30 mil mortes nos últimos cinco meses. Israel contestou os relatos divulgados pelas autoridades de saúde de Gaza, alegando que o enclave tem sido alvo de ataques pelas forças israelenses em resposta a um ataque mortal realizado pelo grupo militante palestino Hamas no sul de Israel, em 7 de outubro.

A gravidade das acusações contra Israel

Altman ressaltou a gravidade das acusações feitas contra Israel, comparando suas ações ao genocídio praticado pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. O jornalista destacou a necessidade de se colocar um fim a essas práticas desumanas, que causam um sofrimento indescritível à população palestina e violam os direitos humanos mais fundamentais.

Com Brasil 247

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