
Manifestantes pró-Palestina reuniram-se em frente ao consulado dos Estados Unidos em São Paulo, nesta terça-feira (19/08), para denunciar o genocídio contra a população de Gaza, protestar contra a interferência do governo de Donald Trump no Brasil e na Palestina e pedir a prisão dos fascistas.
“O imperialismo norte-americano se coloca ao lado dos fascistas e dos golpistas”, afirmou Vivian Mendes, presidente da Unidade Popular, à Opera Mundi.
Tabitha Ramalho
“O que acontece hoje na Palestina faz parte de um plano do imperialismo norte-americano”, apontou. É fundamental que o povo brasileiro entenda que “os ataques que a gente tem sofrido no país estão dentro desse plano, que tem como articulador Israel contra a Palestina, é um plano de ataque do imperialismo naquele território”, declara a militante.
Sobre a escolha do lugar, Vivian afirma que não podemos nos iludir com a representação diplomática hoje dos EUA. “A gente não espera que eles nos recebam, porque o imperialismo nunca abriu espaço para para nenhum processo democrático. Nós precisamos denunciar e não vamos nos calar”. E acrescentou: “este é um ato pacífico e de denúncia”.
Melina Manasseh, representante da FEPAL, relembrou que “não importa se é democrata ou republicano” mas que nos últimos 25 anos os EUA estão matando a população muçulmana. Em seu discurso, ela acrescentou que o Brasil não é território do “Tio Sam”.
“Aqui a gente tem o presidente que se posiciona, um Congresso e uma democracia que se sustenta em pilares claros e fortes. Aqui não é o parquinho do Tio Sam, do Trump, do Biden. E a Palestina também não vai seguir sendo. Vamos somar 3.800 milhões de mortos desde 2000, 3.4 bilhões de dólares investidos pelos Estados Unidos para armar Israel que desestabiliza o Oriente Médio”, concluiu Manasseh.
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