POLÍTICA

Após Quaest, Lindbergh diz ter ‘certeza da vitória’: “A comparação entre os projetos falará mais alto”

O deputado Lindbergh Farias. Foto: Divulgação

O deputado Lindbergh Farias comentou, em sua conta no X (ex-Twitter), os resultados da nova pesquisa Quaest, que apontou um empate técnico entre o presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições de 2026. A pesquisa revelou que ambos os candidatos estão com 41% das intenções de voto, sinalizando uma disputa acirrada para a presidência.

Farias destacou em sua publicação que a eleição de 2026 promete ser uma das mais difíceis da história do Brasil, mas expressou confiança na vitória do atual governo. “Temos convicção e certeza da vitória, porque quando o debate chegar à vida real do povo brasileiro, a comparação entre os projetos falará mais alto”, afirmou o deputado.

O parlamentar também aproveitou para fazer uma comparação entre os governos dos dois possíveis candidatos à presidência. Segundo ele, Flávio Bolsonaro já iniciou sua campanha, enquanto o presidente Lula ainda está focado em governar e melhorar a vida dos brasileiros. “Mas quando a campanha começar de verdade, a comparação será inevitável”, escreveu Lindbergh.

Ele seguiu com a comparação entre os dois governos, destacando os aspectos positivos do governo Lula, como o crescimento econômico e a redução de impostos. “De um lado, os quatro anos do governo Bolsonaro, marcados por recessão, desemprego, pobreza e mortes; do outro, um país que voltou a crescer, com o menor desemprego da série histórica, inflação controlada e a maior redução de impostos da história”, afirmou.

O deputado também mencionou a medida que isentou do Imposto de Renda os trabalhadores que ganham até R$ 5 mil, o que, segundo ele, representa um 14º salário para cerca de 90% dos trabalhadores brasileiros. Para o deputado, isso é um exemplo de como o governo de Lula tem trabalhado para melhorar a vida da população.

Ao se referir ao futuro das eleições, Lindbergh Farias destacou que a disputa será clara. “No fim das contas, a eleição será uma escolha muito clara. O Brasil vai decidir entre seguir no caminho da verdade, da democracia e da esperança, com mais direitos, saúde, educação e desenvolvimento, ou voltar aos fantasmas do passado”, argumentou.

Ele ainda reforçou a importância de comparar os dois projetos e lembrou dos possíveis retrocessos sociais e ameaças aos direitos trabalhistas e previdenciários que poderiam surgir caso o Brasil volte a optar pelo caminho do governo Bolsonaro. “Com o autoritarismo, o retrocesso social, a retirada de direitos trabalhistas e previdenciários e a falta total de compromisso com o povo brasileiro”, concluiu.

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